Coronavírus: como se cuidar?

Coronavírus: como se cuidar?

Vimos o mundo parar por conta do coronavírus, que se aloja na pele e que pode rapidamente contaminar outras pessoas. A disseminação rápida do Covid-19 e a sobrecarga dos serviços de saúde pública são a razão de nos mantermos em casa desde o dia 18 de março e pelo menos até o próximo dia 10 de maio aqui no Estado de São Paulo. Se o pico da doença for menos agudo e um pouco mais lento, a expectativa é de que os casos sejam tratados adequadamente e cada um a seu tempo.

E o que podemos fazer para preservar a própria saúde e a do próximo nesse período? Além de respeitar a quarentena e sair de casa apenas quando necessário, é importante manter a higiene das mãos e utilizar máscara cobrindo nariz e boca quando estiver em público. Já que o vírus pode ficar na pele, evite tocar olhos, boca e cabelo e lave as mãos por no mínimo 20 segundos com água e sabão ou usando álcool gel. Pessoas com peles sensíveis ou mais seca podem ter dermatites irritativas devido ao excesso de lavagem e ou de álcool gel. Para elas é recomendado usar hidratante após cada lavagem para evitar a inflamação.

O coronavírus não causa lesões específicas de pele. Porém, a pele inflamada se torna mais frágil e menos resistente, o que facilita a propagação do vírus. Neste caso as pessoas com doenças de pele como eczema, psoríase, impetigo, alergia, acne, entre outros, devem redobrar os cuidados.. Além disso existem doenças como o lúpus eritematoso que além de ter lesões inflamadas também compromete a imunidade do seu portador, considerado paciente de risco para o coronavírus.

A contaminação por Covid-19 já se mostrou muito mais grave entre os idosos e aqueles com doenças comprometedoras para a imunidade em geral como a diabetes, câncer e tuberculose. Esses grupos podem desencadear quadros pulmonares mais graves que necessitam de unidades intensivas e aparelhos para ajudar na respiração.

 

Vitamina D

É provável que você já tenha ouvido o boato de que a vitamina D seria importante no combate ao coronavírus, já que pacientes hospitalizados com a infecção apresentavam deficiência da substância. Não há consistência científica nesse argumento. A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia alerta que indivíduos mais idosos e com comorbidades têm níveis menores de vitamina D. E são justamente essas pessoas mais suscetíveis aos desfechos adversos pelo Covid-19.

O único benefício comprovado da vitamina D é em relação à saúde óssea. Além disso, é perigoso recomendar que as pessoas tomem muito sol, principalmente os idosos, que têm mais predisposição ao câncer de pele. Mesmo em quarentena, você pode promover a ativação da vitamina D na pele com 15 minutos de exposição ao sol sem o uso de filtro solar.

Portanto, não entre em pânico, mantenha os cuidados com a sua pele e fique em casa.

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